14 de mar. de 2010

Go Din

Sabe, acho que descobri o que fazer na vida.
Sempre gostei de mudar as coisas óbvias, fazer um rosto em alguma coisa que me deixava com tédio, escrever e pintar nas paredes, nos cadernos... É uma maneira de libertação. Enquanto eu puder criar, eu existo. Minha criatividade tem que ser explorada pro lado do bem, e assim será. Pode ser que não dê muitos frutos o meu trabalho, mas preciso de pouco. E fazendo o que gosto, eu ficarei em paz.
Meu pai nas horas vagas cria móveis. Minha mãe quando não tem mais nada pra fazer, costura. Sempre fiz as duas coisas, e por ter mais tempo a toa que meus pais, acabei me aprimorando. Mas não vai ser uma atividade informal, eu quero viver disso. Vou viver em função da arte. Não é uma traição pelo amor ao Português, uma vez que a idéia de fazer Letras nunca foi abortada. Tenho que aproveitar a mente fresca e a inspiração exalando em meus poros.