14 de abr. de 2010

Eu preciso saber se está tudo bem, e se não está, o que posso fazer pra ajudar?
Se escuto a voz de um jeito diferente, já sinto que aconteceu alguma coisa, imagino mil situações e não consigo deixar pra lá.
Me conta o que aconteceu, vem pra cá. Tá precisando conversar?
[...]

De quebra, levo uns tapinhas na cara e uns apelidos não legais.
Isso porque eu tento não ser indiferente.
Mas é isso:
Eu não deveria me importar