Sabe, meu amor pela música é coisa eterna. Sério mesmo, é uma coisa que não se pode explicar, ele só existe.
Tenho muito prazer em criar,tirar as coisas e os pensamentos do tédio. Fazer quem observa questionar, viver, sentir.
São paixões que não tem nada a ver, e se misturam, e se completam. Pra depois se desencontrarem.
Entretanto, há algo que se sobressai também. O ato de escrever, oi. É onde os meus demônios todos vêm até a mim ou quando se libertam. É quando eu posso ser quem eu quiser, do jeito que achar que é certo. Onde eu mostro pra mim até onde sou capaz, como é que é.
E pra fazer música, é preciso escrever. Um processo completa o outro. Entendo a cumplicidade destas duas coisas e o meu amor por elas é como amor de mãe com seus filhos.
Até que eu gosto de muitas coisas, ao contrário do que eu achava.E tô até pensando com carinho nisso de trabalhar.
Bom sinal.
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The Cure. Cranberries.Loser Manos (uma pequena nota: Amarante ainda me mata, fatão.Quero suas músicas presentes no meu enterro, como foram presentes em toda a minha vida). Vento. Memória ligada. Mente em outra dimensão.
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Valeu, Conselheiro! Tua vidinha me fez ganhar pontos em História sem ter gaguejado.