7 de abr. de 2010

Sangre

Lendo, dormi. Não conseguia respirar. Pensei que fosse asma. Levantei, olhei pro chão. Sangue. Olhei pro espelho, vinha do meu belo e redondo nariz. Joguei água e vi que minha mão tava cortada. Má que diabos.
Depois, dormi mais uma vez. E de novo, sangue. Da minha mão.
É até bom ficar vendo, sentir o ardor depois de um corte, o cheiro enjoativo.
O gosto fode tudo, acaba com a brincadeira. Sangue devia ser feito só para ser observado.