As velhas que varrem a calçada
Não sabem de nada
Taparam seus olhos aos vinte
Quando se submeteram à tradição
Um homem pagando suas contas
Direito de ficar calada, com vassoura e pano nas mãos
As mulheres de terno, no meio da rua
Não sabem de nada
Enterraram a cara nos livros desde pequenas
Independência financeira, direito da palavra obscena
As mães de famíla que não sabem de nada
Assumem a culpa e, obrigada