As mulheres logo cedo com vassouras de palha na mão. Vão varrendo suas lamúrias junto com as folhas caídas das árvores, que foram sendo derrubadas ontem de noite, durante a conversa com as vizinhas, na calçada. As cadeiras balançavam, lentas, esperando alguma novidade.
O máximo que se faz é reconhecer o doido que passa voando na moto, deixando todo mundo correr o risco de ter uma consulta no posto médico, onde não há médicos. Ou pegar um carro de linha, e depois de quarenta minutos intermináveis, com um calor da muléstia, chegar na cidade mais próxima.
Na cidade mais próxima, a diversidade é um pouquinho diferente. O sotaque delicioso continua, e a hospitalidade também.
[...]
que sôdade da muléstia do meu nordeste queridón.
sol do satã, sotaques, ar fresco, umidade, da lezeira descarregada na rede...
e umas musiquinhas barulhentas de leve.
eu quero, eu quero, eu quero.