Escutando uma conversa de negócios, os meninos falaram que em qualquer começo de carreira empresarial é fato a grande quantia gasta em investimentos. Se gasta muito dinheiro e não há retorno. Faz-se muitas propagandas, conquista clientes e, surge a experiência.
Comecei a pensar, ali mesmo, sobre o início de qualquer coisa. De todas as coisas.
Há um medinho, um receio de estar sozinho no primeiro dia de aula. Há vontade de explorar um mundo novo, pessoas novas.
Há um pudor que vai se transformando em intimidade e confiança -com o tempo, que às vezes pode ser demais- quando algum relacionamento se inicia.
O medo se faz presente no início das coisas. Acho que é ele quem desmorona a esperança e coragem que temos ao tentar algo novo. O medo ali, de não obter recursos financeiros de ir adiante pode atrapalhar sim o bom rendimento da empresa. Corremos o risco de ficarmos presos nesta corrente. E pode ser um ciclo vicioso.
Poderia existir em todas as etapas de criação o bixinho da boa vontade. Aquela coisinha que nos diz que se pode sim ir além, buscar mais. Que não devemos nos prender ao não. É só mais um degrau. O início da escada da vida. A cada dia, um novo início.
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Quisera eu acreditar. Acreditarei.
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Ouvindo Bidê ou Balde loucamente.
Me soa um tanto nostálgico. Aquela lembrança do que nunca existiu, mas tá lá.
A coceirinha boa no coração.