1 de jun. de 2010

Que seja doce!

E, eu prometi a mim. -deixarei aqui só pra caso extremo de falta de memória-
A tatuagem, em meu pulso. Manuscrito, itálico. Ficará externo, interno e eternamente.

A música. Que terá o mesmo nome.
Demonstrará toda a minha admiração, minha fidelidade.
Caio, é tudo pra ti. Por mim também. Por nós. Pra quem também te admira.

E ainda direi:


"Olha, eu sei que o barco tá furado e sei que você também sabe, mas queria te dizer pra não parar de remar, porque te ver remando me dá vontade de não querer parar também."

Porque, porra, a epifania paira no ar. E o meu dragão além de não conhecer o paraíso não sabe o caminho pra minha casa.